segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

A bicicleta Não Merecida



Romanos 5. 8 - 11 - Por que Deus amou...

Certo pastor contou: "Faltavam poucos dias para o Natal. Ao visitar alguns enfermos, falei para uma senhora doente sobre o meu descontentamento com o fato de meu filho não se esforçar na escola. Ao falar com o menino, eu havia dito: 'Com esse boletim, você não merece ganhar a bicicleta tão desejada para o Natal. Não posso premiar preguiça e indisposição.' Quando a enferma ouviu isso, perguntou-me: 'Pastor, o senhor quer disciplinar seu filho no Natal? Mas o Natal não nos diz exactamente o contrário? Que Deus deu seu Filho e seu perdão aos que não mereciam? O senhor pode castigar seu filho quando achar necessário, mas não no dia de Natal'. Chegou o dia de Natal. Para cada filho, preparamos alguns presentes. Entre os de Eduardo, coloquei um cartão de Natal com as palavras: "Imerecidamente uma bicicleta, pois também não merecemos o presente de Natal do Pai Celestial". Depois do culto de Natal, cada um foi ver os presentes. Eduardo olhou-os, mas não os pegou. Faltou o que realmente desejava: a bicicleta. Perguntei-lhe: "Você viu tudo?"  'Sim, pai, foi a resposta. Ao que repliquei: "Acho que não. Vire o cartão de Natal!" Ao ler as palavras que eu havia escrito, correu e me abraçou, dizendo: "Pai!" 'Falou só essa palavra, mas toda a sua felicidade e alegria estavam nela. Desde aquele Natal, o boletim da escola melhorou notavelmente.'
NATAL: Deus amou você apesar de... NATAL: Deus amou você de tal maneira que deu seu Filho mesmo não sendo merecedor.
CK (adaptado)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Francisco de Assis e a Felicidade Perfeita

                                                                                                
       
Quando o Irmão Leo perguntou a São Francisco de Assis: "O que é a alegria perfeita?", ele respondeu com a seguinte história: 
 "Imagine-me voltando a Perúgia no meio de uma noite tão fria que nevava e as dobras congeladas de meu hábito batiam e cortavam minhas pernas, fazendo-as sangrar. Coberto de neve e tremendo de frio, chego à porta do mosteiro. Após chamar várias vezes o irmão porteiro aparece e pergunta: "Quem é?".
- É o irmão Francisco - respondo - E ele diz:
- Vá embora. Isso não é hora de chegar ao mosteiro. Já temos muitos aqui e não precisamos de você.
- Pelo amor de Deus, deixe-me entrar somente para passar a noite.
- Nem pensar. Vá para a colônia de leprosos, que fica aqui perto." Irmão Leo, se depois disso eu não perdi a paciência e continuei calmo, isso é a alegria perfeita.
 
Robert Holden